(Por Iolanda Vieira)(Fotos de Suellen Sunquim)
A gravação de um programa da TV Universitária, “Agora é que são elas”, aconteceu na terça, dia 25, no campus Madureira da Universidade Estácio de Sá, e contou com a presença do jornalista, professor, fotógrafo e diretor deste blog, Franklin Tavares. O assunto abordado foi a Revolução Sexual Feminina feita nos anos 60, que refletiu diversas mudanças na vida das mulheres, como o uso da pílula, inserção da mulher no mercado de trabalho e novos tipos de relacionamentos.
Ao ser perguntado sobre a revolução sexual, Franklin afirmou que o papel de dona de casa está estagnado atualmente, que a mulher conquistou os mesmos direitos que os homens, como trocar de parc
eiro com freqüência, além da conquista do mercado de trabalho.(Foto de Suellen Sunquim)
- A MULHER "DONA DE CASA MORREU! HOJE É A EXECUTIVA, MÃE, ESPOSA, DONA DE CASA, AMANTE E ETC. ELA É O SER MULTI FACETADO POR EXCELÊNCIA E MANTENEDORA DE 55% DOS LARES BRASILEIROS, OU SEJA O "HOMEM DA CASA" E NEM ASSIM DEIXOU DE LEVAR PANCADA DESSES "MACHOS IDIOTAS”- disse o fotógrafo.
Para o jornalista, essa revolução está estagnada, o que gera, segundo ele, um retrocesso, fazendo com que a mulher seja desvalorizada nas letras de “funk”, que a chama de “cachorra”, um termo que, pára o jornalista, é aceito pelas próprias mulheres, gerando assim, uma depreciação da imagem feminina.
Ao ser indagado sobre a inserção da mulher no mercado de trabalho, Franklin deu ênfase a capacidade que as mulheres possuem e a força que o público feminino tem perante os homens.
- A MULHER VAI DOMINAR O MERCADO DE TRABALHO. O HOMEM PERTO DA MULHER DE HOJE AINDA É UM SER DE NENTERDALE. PERDEMOS EM SENSIBILIDADE E ACUIDADE NAS REALIZAÇÕES. O HOMEM HOJE TEM INVEJA DA CAPACIDADE FEMININA. UMA SIMPLES DOR DE CABEÇA O PROSTA! A INDIA LOGO APÓS PARIR VAI TRABALHAR NA ROÇA! A MULHER COMUM SANGRA TODO MÊS, TEM CÓLICAS E NEM POR ISSO LIGA PARA O TRABALHO! ELA ENCARA A DOR DE FRENTE!– disse o jornalista.
O fotógrafo também comentou o uso da pílula, que, segundo ele, foi uma conquista que possibilitou o direito da mulher de ter relações sexuais com qualquer outro homem, sem que ela engravidasse e tivesse que ficar preocupada com a pílula do dia seguinte. O professor se mostrou favorável ao “aborto livre” e usou como argumento a autonomia que a mulher possui em relação ao seu próprio corpo, através do uso desse método contraceptivo.
Virgindade e novos tipos de relacionamento também foram alguns dos assuntos comentados por Franklin. Para ele, os novos casais não oficializam o casamento pelo custo do divórcio e pelo fato de que uma relação não precisa estar oficializada num papel para se ter respeito e lealdade por parte do parceiro.
Por Iolanda Vieira
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